Própolis – O Antioxidante Queridinho do Momento!

Será que nossas avós estavam com a razão? Será que a Própolis deve ser considerada o remédio multiuso para todos os males?

O que é enfim a Própolis? Ela é uma substância resinosa obtida pelas produzida pelas abelhas através da colheita de resinas da flora (pasto apícola) da região, e alteradas pela ação das enzimas contidas em sua saliva.

As propriedades antibióticas e fungicidas desta substância, que em nossa língua se chama própole, eram conhecidas desde a mais remota antiguidade pelos sacerdotes egípcios e pelos médicos gregos e romanos, assim como por algumas culturas sul americanas.

Composição: 55% de resinas vegetais; 30% de cera de abelhas; 8 a 10% de óleos essenciais; e 5% de pólen aproximadamente. Dos mais de 200 compostos químicos já identificados na própolis, entre os principais compostos ativos podemos citar os compostos flavonoides, ácidos aromáticos, terpenoides, aldeídos, álcoois, ácidos alifáticos e esteres, aminoácidos, esteroides, açúcares, minerais (alumínio, cálcio, estrôncio, ferro, magnésio, silício, titânio, bromo e zinco), vitaminas (pró-vitaminas A e todas do complexo B), etc.

Tipos: estão vinculados à sua origem botânica e à espécie de abelha que a produziu.

Própolis Verde do Brasil: está associada a planta Baccharis dracunculifolia, conhecida também como alecrim-do-campo.

Além das propriedades já oferecidas por qualquer variação do própolis, estudos sugerem que a própolis verde possui ação antitumoral, e por isso é muito utilizada em hospitais no Japão.

A própolis verde ganha a cada dia mais fama por destruir bactérias, fungos, vírus, aumentar as defesas e proteger a pele dos pacientes em tratamento de radioterapia, evitando as radiodermites. Análises dentro e fora do país confirmam que a própolis verde carrega altos teores de fenólicos e flavonoides, potentes antioxidantes.

Própolis vermelha do Brasil: está associada às folhas e flores do cajueiro que serve de alimento para as abelhas africanas. Possui propriedades antioxidante, antibiótica e anti-inflamatória. A principal origem botânica da própolis vermelha foi identificada como Dalbergia ecastophyllum, popularmente conhecida como Rabo-de-bugio, encontrada ao longo da praia e região do mangue do nordeste do Brasil.

A própolis vermelha caracteriza-se por possuir constituintes diferenciados dos outros 12 tipos de própolis já conhecidos e catalogados, tornado assim um produto único e diferenciado.

Os constituintes únicos encontrados somente na própolis vermelha são: benzofenonas, prenilaminas, dihidroxiisoflavona, homopterocarpina, medicarpina e isoflavona. Somando-se estes diferenciais aos benefícios em comum das variações do própolis, o própolis vermelho é considerado um produto diferenciado e cobiçado em diversos países.

Própolis Preta – Tradicional: é a mais utilizada e facilmente encontrada devido à sua origem botânica, sendo coletada pelas abelhas de diversos tipos de vegetação e não se caracteriza por predominância de nenhuma planta em particular. A própolis tradicional possui coloração que varia do cinza claro ao preto dependendo da região.

Os componentes ativos mais importantes são: composto fenólicos, flavonoides, enzimas, derivados do ácido benzoico, ácido cafeico, ácido e álcool cinâmico, benzaldeído, terpenos e óleos essenciais.

Propriedades Biológicas e Terapêuticas – Usos: seu uso tem indicações específicas que devem ser respeitadas

Antimicrobiana

Antimicótica: atua sobre alguns fungos e leveduras, principalmente micoses e coceiras no corpo, fungo de unha e dermatite seborreica. Nestes casos, utiliza-se xampus à base de própolis, pomadas e extrato de própolis.

Antifúngica: sua ação estende-se ainda a fungos, como a Candida albicans, responsável por infecções vaginais, bucais e no sistema digestivo. O própolis, combinado com drogas antimicóticas, pode ser eficaz contra alguns tipos de fungos. Um exemplo do seu potencial é sua ação contra Tricophyton e Microsporum (causadores de manchas na pele) em combinação com o líquido propilenoglicol.

Antivirótica: é uma poderosa aliada no combate dos vírus do herpes, adenovírus, coronavírus, rotavírus e da gripe. Também previne o aparecimento de constipações, pneumonias, resfriados e doenças do aparelho respiratório.

Os flavonoides do tipo crisina e canferol diminuíram a taxa de replicação do vírus da herpes, enquanto que o ácido cinâmico agiu significativamente sobre o vírus da Gripe A (H1N1). Outras substâncias do própolis estão sendo estudados em diferentes linhagens de vírus, inclusive de HIV.

Antiprotozoário: o própolis impediu o crescimento de culturas do Trichomonas vaginalis, (causador da DST Tricomoníase) e também se mostrou efetivo no combate à giárdia (parasita do sistema digestivo humano que causa inflamação no intestino), Toxoplasma gondii (causador da Toxoplasmose) e Trypanosoma cruzi (causador da Doença de Chagas).

Bactericida e Bacteriostática: a própolis é popularmente conhecida como sendo um antibiótico natural. A grande vantagem de seu uso em relação aos antibióticos comuns é que ela destrói as bactérias nocivas, preservando as benéficas, como é o caso das bactérias da flora intestinal.
Alguns estudos apontam que as bactérias não criam resistência à própolis, como acontece com os antibióticos sintéticos, impedindo que estas se tornem mais nocivas, perigosas e resistentes.

Anestésica: é um excelente suplemento no combate de amidalites, dores de garganta, dor de dentes, entre outras. Estudos realizados com extratos etanólicos de própolis levaram à conclusão de que a sua ação anestésica é de 3 a 5 vezes superior à cocaína (usada como anestésico na prática dental na antiga União Soviética).

Anti Inflamatória:

Tratamento de Gengivites, Estomatite, Amidalite, Piorreia alveolar, Hemorroidas.

No caso de estomatite e inflamações da garganta, o extrato alcoólico traz melhores resultados, uma vez que cria uma película protetora no local onde foi passado.

Antioxidante: estudos científicos também apontam o benéfico da própolis para o fortalecimento do sistema imunológico. O fato de estimular as células imunológicas torna a própolis um potente agente anti-infeccioso. Além de possuir ação antioxidante, que bloqueiam a ação dos radicais livres sobre as células saudáveis, a própolis preserva a ação da vitamina C, um potente antioxidante antienvelhecimento.

Infertilidade: uma pesquisa duplo-cega mostrou que a própolis constituí um tratamento eficaz contra a infertilidade associada com endometriose benigna, ajuda a estimular e a restaurar os ovários (consumido em parceria com o pólen).

As investigações preliminares permitiram constatar que a suplementação com 500 mg, duas vezes por dia, durante seis meses, aumento significativamente a taxa de gravidez num grupo de mulheres com infertilidade e endometriose leve.

Cicatrizante e Regeneradora de Tecidos: a presença de flavonoides e aminoácidos, considerados regeneradores dos tecidos, torna a própolis eficaz no tratamento de dermatites, feridas, úlceras e queimaduras. em 2002, umа equіpe de pesquіsаdores dos EUA em relаção а аção de umа pomаdа de própolіs а sulfаdіаzіnа de prаtа, umа drogа normаlmente prescrіtos pаrа o trаtаmento de queіmаdurаs. Após testes em pаcіentes com queіmаdurаs de 2 º grаu, os resultаdos dos estudos de аnuncіаr que аs queіmаdurаs trаtаdаs com pomаdа de própolіs аpresentаrаm menos іnflаmаção e curou mаіs rápіdo do que queіmаdurаs trаtаdаs com sulfаdіаzіnа de prаtа.

Antisséptica

Hipotensiva

Hepatoprotetora

Agente Anti Úlceras: sabe-se que a maioria das úlceras gástricas são causadas pelo bacilo Heliobacter pilori, que é altamente sensível à própolis. Isso justifica o seu emprego no tratamento de infecções gástricas.

Imunoestimulante: a própolis também possui efeito imunoestimulante, ou seja, estimula a produção de células produtoras de anticorpos, fortalecendo assim o sistema imunológico e aumentando a resistência a doenças e infecções.O fortalecimento da ação imunológica se dá pela ação dos linfócitos. Ela estimula a produção de células produtoras de anticorpos e globulinas, importantes para pacientes com baixa resistência.

O ácido cafeico presente no própolis aumentou a produção de CD4 e CD8 (células de defesa do corpo) e anticorpos específicos em estudos realizados com camundongos.

Inibidora de Células Tumorais:  redução dos efeitos colaterais de anti-cancerígenos e radioterapia. Alguns trabalhos desenvolvidos pelo Instituto Nacional do Câncer dos EUA apontam para atividade anticancerígena importante em alguns tipos de própolis. Os resultados obtidos na pesquisa foram animadores, principalmente quando foi verificado que a própolis foi capaz não só de inibir o crescimento de células cancerígenas quanto de destruir parcialmente as células já existentes.

Os japoneses descobriram  e patentearam o efeito anti-cancerígeno da própolis verde, encontrada no alecrim do campo ou vassourinha. A principal substância responsável por este efeito é conhecida como Artepillin C.

Uma anomalia ainda desconhecida faz com que as células cancerígenas se multipliquem ininterruptamente, formando os tumores. A própolis ensina essas células a morrer, ou seja, é uma forma de tratamento muito promissora, sem efeitos colaterais como os apresentados na quimioterapia.

Novos estudos descobriram que a mesma substância também está presente na própolis vermelha, originária de uma planta conhecida como rabo-de-bugio, encontrada no nordeste do Brasil. Diversos países estudam uma forma de transformar essa propriedade em um remédio que possa ser comercializado.

Estudos indicam eficácia dos flavonoides no combate à substância dioxina, produzida na degradação de produtos que contêm cloro (como plásticos e herbicidas). A dioxina é absorvida pelos humanos através da cadeia alimentar, já que está presente na água, vegetais e, consequentemente, animais dos quais nos alimentamos, e promove a formação de substâncias cancerígenas. Além disso, outros diversos compostos da própolis têm sido isolados e usados em estudos que visam impedir o crescimento de tumores.

Broncodilatadora

Antirreumática:  a ação anti-inflamatória da própolis foi verificada com eficácia principalmente no tratamento de artrites, artroses e reumatoides. Pesquisas em laboratório chegaram a comparar a ação e eficiência da própolis à ação da substância conhecida como Diclofenaco que é utilizada no combate a diversos processos inflamatórios.

Incontinência Urinária: a pesquisadora Miriam Dambros, da Unicamp, extraiu da própolis a galangina, um tipo de flavonoide que, ao ser aplicado na bexiga, melhorou o desempenho desse órgão. Quando injetado em baixas doses, houve melhora na capacidade de contração e quando aplicado em altas doses, de relaxamento. A substância, dessa forma, está sendo estudada como uma alternativa no tratamento da incontinência urinária.

Leishimaniose: uma nova droga que tem como base o extrato de própolis está sendo testada no Instituto de Biologia da Unicamp contra a leishmaniose, doença que atinge 30 mil brasileiros por ano. A substância, que por si só já tem propriedades antibactericidas, reduziu o número de parasitas em culturas celulares. As pesquisas estão sendo realizadas com animais.

Formas Encontradas do Mercado:

Extrato de Própolis 12% – Propolina

Extrato de Propolis Diluído em Água – Propolina L3

Pomada de Própolis

Spray Bucal

Pastilhas ou Balas

Suspensão.

Xarope

Comprimidos

Gotas

Tintura

* A própolis para uso oral deve ser preparada sempre por laboratório. A substância jamais deve ser manipulada em casa.

Indicações:

  • Inflamações e gangrena da polpa dentária
  • Inflamações da gengiva
  • Úlceras bucais
  • Inflamações do ouvido médio
  • Amigdalite crônica
  • Úlceras do estômago e duodeno
  • Úlceras gastrintestinais crônicas
  • Vaginite
  • Erosão cervical
  • Giardíase humana.
  • Estomatite
  • Piorreia alveolar
  • Hemorroidas
  • Fadiga
  • Amenizar os sintomas do reumatismo
  • Diabetes
  • Hipertensão
  •  Fortalecimento da ação imunológica pela ação de linfócitos, estimulação do organismo enfraquecido, redução dos efeitos colaterais de anti-cancerígenos e radioterapia
  • Prevenção e tratamento de pneumonia crônica e bronquite infantil
  • Tratamento de queimaduras graves e efeitos sobre doenças dermatológicas
  • Tratamento de incontinência urinária em mulheres
  • Bloqueio das erupções de acne
  • Atua contra odores desagradáveis, rachaduras entre os dedos e coceiras que se instalam nos pés
  • Infecções urinárias
  • Tricomoníase e Monilíase
  • Bócio difuso, bócio nodal, bócio mitótico e bócio congênito
  • Obesidade associada ao hipotiroidismo
  • Esclerose múltipla
  • Distrofia muscular progressiva
  • Doença de Parkinson
  • Insuficiência vascular cerebral
  • Anorexia nervosa

Contra-indicações:

Mesmo com tantos benefícios a própolis deve ser usada com cautela: devemos lembrar que a própolis não é um remédio milagroso para todos os males e, em função de suas propriedades, deve ser utilizada com cautela e só quando necessário.
Também há a dose correta para evitar intoxicações. Mais de 60 gotas por dia da própolis é considerada uma dose elevada.


Estudo 1: Devido às propriedades que são atribuídas à tintura de própolis esta substância é usada para curar feridas sépticas faciais em um grupo de 10 pacientes, a fim de provar a sua eficácia. Demonstra-se a eficácia do presente produto de apicultura, como uma medicina alternativa, e que 90% dos pacientes tiveram uma melhora completa nos primeiros 7 dias de tratamento e apenas um paciente necessitou de 13 dias para a cura completa da ferida, de modo a que demonstra a sua eficácia nesta condição recomendada. Por muitos anos temos conhecido o uso de própolis para curar feridas.

Referência: DÍAZ, Dr. Juan C. Quintana; RODRÍGUEZ, Olga Alonso; VELÁZQUEZ, Mirtha Díaz. Empleo de la tintura de propóleo al 5 % en la cura de heridas sépticas faciales. 1997. 34 p.

Estudo 2: Segundo naturalista Gilvan Barbosa Gama (pesquisador de Florianópolis/SC), basta tomar algumas gotas diárias para que o mosquito da dengue nem se aproxime.
Segundo ele, a própolis exala na sudorese dois dos seus princípios ativos (flavona e vitamina B) que repelem os insetos. Essa propriedade foi constatada quando o pesquisador constatou que os interiores das colmeias oferecem um ambiente totalmente acético e esterilizado.

Estudo 3: um estudo que confirmou as propriedades antioxidantes e antimicrobianas da própolis orgânica certificada produzida na Região Sul do Brasil foi finalizado recentemente pelo engenheiro agrônomo Severino Matias de Alencar, professor associado da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), com apoio da FAPESP.

Alencar investigou 78 amostras, coletadas no sul do Paraná e norte de Santa Catarina, em diferentes apiários. Nesse total, identificou sete variantes de própolis orgânica, com comprovadas atividades antioxidante (avaliada pelos métodos de sequestro do radical superóxido, do radical peroxila e do ácido hipocloroso) e antimicrobiana (em relação às bactérias Streptococcus mutans, Streptococcus sobrinus, Staphylococcus aureus, Streptococcus oralis e Pseudomonas aeruginosa).

“Foi uma constatação importante porque havia dúvida em relação a essas própolis orgânicas, por causa dos teores muito baixos de flavonoides, que são as substâncias notoriamente responsáveis pelas propriedades antioxidantes e antimicrobianas das própolis, principalmente de clima temperado. Porém, verificamos que essas mesmas propriedades são exercidas, com igual eficácia, pelos ácidos fenólicos”, disse Alencar à Agência FAPESP. “Constatamos, nas variedades pesquisadas, altos teores de ácidos gálico, cafeico e cumárico, entre outros tipos de ácidos fenólicos.”

“Muitas plantas secretam resinas para proteger os brotos e as folhas em crescimento. Por causa de sua constituição, rica em compostos fenólicos, essas resinas têm um grande poder antioxidante, antifúngico e antibacteriano. As abelhas raspam as plantas e transportam as resinas”, detalhou Alencar.

“Uma vez na colmeia, a função da própolis é, antes de tudo, de proteção física, pois as abelhas têm fobia à luz e utilizam a resina para vedar as frestas e criar um ambiente penumbroso e termicamente isolado. Em razão de sua ação antimicrobiana, o material funciona também como um poderoso esterilizador, fazendo com que a atmosfera interna da colmeia seja muito mais estéril do que a atmosfera externa.”

Estudo 4: A Universidade Federal de Santa Catarina realizou recentemente um estudo confirmando a ação broncodilatadora e analgésica da própolis. Conclui-se que a própolis pode ser usada tanto na prevenção como no tratamento da gripe, asmas, bronquites e resfriados. Seu uso já é consagrado no tratamento de sinusites, amidalites e renites.

Estudo 5: Estudos originários de diversos institutos de pesquisa têm revelado que a substância age em duas frentes: é capaz de estimular o sistema imunológico ao mesmo tempo que age diretamente contra vírus, bactérias e fungos. “A própolis ativa células envolvidas nas etapas iniciais da nossa resposta imune, favorecendo a atividade delas.”, explica o imunologista José Maurício Sforcin, da Universidade Estadual Paulista, em Botucatu, no interior do estado. “Além disso, auxilia a elevar a produção de anticorpos. É por isso que tem sido tão testada juntamente com as vacinas”, conclui Sforcin, que é autor do recém- lançado livro Própolis e Imunidade (Editora Unesp).

Estudo 6: pesquisas indicam que um flavonoide encontrado na própolis auxiliaria no tratamento de incontinência urinária em mulheres. A tal da substância atende pelo nome de galangina e melhora a contração da bexiga.

Estudo 7: Na Universidade Estadual de Campinas e no Centro de Biologia Oral da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, descobriu-se que a própolis encontrada nas colmeias brasileiras suprime a placa bacteriana, uma dos principais vilões dos consultórios odontológicos. A substância que as abelhas utilizam como revestimento na construção de suas colônias neutraliza em até 90% a ação da GTF, enzima responsável pela cola biológica que estrutura a placa.

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